Presença é venda

Presença é venda


Pela Hana Marketing - 22/02/2018

O tópico sobre qual trataremos hoje, é chamado pelos psicólogos de “efeito de mera exposição” e o relacionaremos ao marketing de varejo. Se basearemos nos estudos do famoso psicólogo Robert Zajonc que dedicou grande parte de sua carreira ao estudo da ligação da repetição de um estímulo arbitrário e a leve afeição que as pessoas acabam sentindo por ele.

Parafraseando o resumo do estudo, que é encontrado no livro “Rápido e devagar”, de Daniel Kahneman, prêmio nobel em economia temos:

“Uma demonstração conduzida nos jornais estudantis da Universidade de Michigan, pelo período de algumas semanas, um anúncio apareceu na primeira página do jornal, contendo uma das seguintes palavras turcas (ou que soavam como turcas): kadirga, saricik, biwonjni, nansoma e iktitaf.

A frequência com que essas palavras eram repetidas variava: uma das palavras era mostrada apenas uma vez, as outras apareciam em duas, cinco, dez ou 25 ocasiões separadas. Nenhuma explicação era oferecida.

Quando a misteriosa série de anúncios terminou, os pesquisadores enviaram questionários para as comunidades universitárias pedindo impressões a respeito de quais palavras “significam algo ‘bom’ ou algo ‘mau’”. Os resultados foram espetaculares: as palavras que foram apresentadas com maior frequência receberam classificações muito mais favoráveis do que as palavras que foram apresentadas apenas uma ou duas vezes. 

A descoberta foi confirmada em muitos experimentos, usando caracteres chineses, rostos e também polígonos de formatos aleatórios.”

O efeito de mera exposição não depende da experiência consciente de familiaridade. Na verdade, o efeito não depende nem um pouco da consciência: ele ocorre mesmo quando as palavras ou imagens repetidas são exibidas tão rapidamente que os observadores nem sequer têm consciência de as terem visto. Eles ainda acabam gostando das palavras ou imagens que foram apresentadas com mais frequência.

A compreensão que temos desse estudo, segue dois vieses práticos comerciais:

  1. Atrair novos clientes a partir da exposição de mercado evitando campanhas de cunho apenas comercial, formar opinião de familiaridade à longo prazo a partir da repetida presença nas mídias.
  2. Fidelizar novos clientes a continuarem as relações sócio-comerciais com a sua marca mantendo a presença e reforçando a lembrança de familiaridade e proximidade da marca.

O lógica é simples, sua marca mais presente, mais familiaridade e afeição por ela. Maiores chances de ser a escolha de seu cliente.

Visite nosso site: http://hana.marketing/

O tópico sobre qual trataremos hoje, é chamado pelos psicólogos de “efeito de mera exposição” e o relacionaremos ao marketing de varejo. Se basearemos nos estudos do famoso psicólogo Robert Zajonc que dedicou grande parte de sua carreira ao estudo da ligação da repetição de um estímulo arbitrário e a leve afeição que as pessoas acabam sentindo por ele.

Parafraseando o resumo do estudo, que é encontrado no livro “Rápido e devagar”, de Daniel Kahneman, prêmio nobel em economia temos:

“Uma demonstração conduzida nos jornais estudantis da Universidade de Michigan, pelo período de algumas semanas, um anúncio apareceu na primeira página do jornal, contendo uma das seguintes palavras turcas (ou que soavam como turcas): kadirga, saricik, biwonjni, nansoma e iktitaf.

A frequência com que essas palavras eram repetidas variava: uma das palavras era mostrada apenas uma vez, as outras apareciam em duas, cinco, dez ou 25 ocasiões separadas. Nenhuma explicação era oferecida.

Quando a misteriosa série de anúncios terminou, os pesquisadores enviaram questionários para as comunidades universitárias pedindo impressões a respeito de quais palavras “significam algo ‘bom’ ou algo ‘mau’”. Os resultados foram espetaculares: as palavras que foram apresentadas com maior frequência receberam classificações muito mais favoráveis do que as palavras que foram apresentadas apenas uma ou duas vezes. 

A descoberta foi confirmada em muitos experimentos, usando caracteres chineses, rostos e também polígonos de formatos aleatórios.”

O efeito de mera exposição não depende da experiência consciente de familiaridade. Na verdade, o efeito não depende nem um pouco da consciência: ele ocorre mesmo quando as palavras ou imagens repetidas são exibidas tão rapidamente que os observadores nem sequer têm consciência de as terem visto. Eles ainda acabam gostando das palavras ou imagens que foram apresentadas com mais frequência.

A compreensão que temos desse estudo, segue dois vieses práticos comerciais:

  1. Atrair novos clientes a partir da exposição de mercado evitando campanhas de cunho apenas comercial, formar opinião de familiaridade à longo prazo a partir da repetida presença nas mídias.
  2. Fidelizar novos clientes a continuarem as relações sócio-comerciais com a sua marca mantendo a presença e reforçando a lembrança de familiaridade e proximidade da marca.

O lógica é simples, sua marca mais presente, mais familiaridade e afeição por ela. Maiores chances de ser a escolha de seu cliente.

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